sábado, 4 de abril de 2009

Espetáculo de mentiras

As cortinas se abrem para um grande espetáculo de mentiras. A vitima, parada no meio do picadeiro. Um mundo colorido de fantasias é montado em volta dela, como uma tenda de maravilhas. O protagonista entra usando uma máscara. Aquela linda máscara, em perfeita sintonia com o ambiente criado ao redor. Ele se aproxima do centro do palco e beija sua mão de um jeito cortes, num comprimento educado. Nesse momento, uma lenta melodia paira no ar e o protagonista pede educadamente uma dança para a vitima. Só uma dança. Ele leva-a com movimentos leves, até que ela se sinta maravilhada com o ambiente ao ser redor e absolutamente tudo que acontece em volta dela. O mascarado guia a vitima em volta do picadeiro, fazendo-a flutuar. Ao fim da melodia, o protagonista pousa a vitima no centro do picadeiro novamente e os olhos dela se abrem, encarando a máscara perfeitamente moldada. A vitima então toca a face coberta do protagonista e a máscara cai num baque seco no chão do picadeiro. O protagonista tenta esconder o rosto com as mãos, mas é tarde. A vitima vê o mundo de fantasias se desmontando a sua volta, perdendo a cor. O protagonista sem a máscara não era fascinante o suficiente para o espetáculo. O mundo colorido se torna monocromático e sem vida e, enquanto a vitima caminha sobre os destroços de um mundo de sonhos, ela vê entre aquela máscara usada pelo protagonista. Com um sorriso de sarcasmo, busca com suas mãos ela do chão, vestindo-a para um segundo ato.

sábado, 20 de dezembro de 2008

I need you just like an addict

Toda célula do meu corpo pede e eu tento recusar.
Clamo a mim mesmo que é banal.

Toda minha alma necessita e eu digo que não.
Toma qualquer pensamento meu com facilidade e rouba meu sono sem clemência.

Todo canto da minha mente chama e eu não quero mais escutar.
Como um mal necessário, tirando o melhor de mim. Eu grito por socorro.

Agonia insuportável. Vício.



Narcisismo

Vou começar isso do jeito mais medíocre possível.
Oi, tudo bom, eu sou a Escaroles. Não, esse não foi o nome que minha mãe me deu, mas é assim que você deve me chamar. Ou Carol... Ou Loliz... Loliz é legal.
Eu não tenho um estilo definido, acho. Já me disseram que eu sou alternativa... Sei lá, é melhor que ser 'From UK'. (maldade mode off)
Meu gosto musical não é muito variado. Quer dizer, entre Pop e Rock eu sou até flexivel mas não me peça pra passar disso. Ah, tem Cazuza, mas sei lá. Acho que Cazuza não se encaixa num estilo musical, mais como poeta.
Eu gosto de cinema. Eu sou absolutamente fascinada pelo Tim Burton.
Eu gosto de dormir. Eu gosto mais ainda de ficar deitada na cama por 3 horas fingindo que to dormindo...
Não queira me entender, nem tente, por que não vai funcionar, fica a dica
Bom, como apresentação de cu é rola, eu vou parar por aqui.